
Comparar uma partida de futebol entre duas grandes equipes com uma luta de boxe de pesos pesados pode ser a analogia mais antiga no esporte. Afinal, é uma comparação fácil de ser visualizada. Portanto, não foi surpresa ouvir Jurgen Klopp lançar mão desse artifício após o empate de 2 a 2 entre Liverpool e Manchester City na tarde de domingo.
Depois de ver as melhores equipes da Inglaterra jogarem dois jogos disputadíssimos nesta temporada, Klopp comparou os times a dois lutadores de alto nível:
"Eu sei o quão intenso é. Os níveis de concentração nesses jogos são incríveis. Eu já disse isso antes, é como dois boxeadores, dois pesos pesados. No momento em que você abaixa a guarda, você recebe uma pancada no meio da cara e então você tem que tentar controlá-lo novamente".
E depois que o City abriu o placar com apenas cinco minutos de jogo, nada mais apropriado que estender ainda mais a metáfora com uma famosa citação do icônico Mike Tyson: "Todo mundo tem um plano até levar um soco na cara", disse Tyson durante um reinado de terror que redefiniu a divisão dos pesos pesados do boxe profissional no final dos anos 1980.
Após uma das preparações mais intensas e sensacionalistas para um jogo em anos, o Liverpool chegou ao Etihad com um plano. Isso foi até o momento em que o chute de Kevin De Bruyne deu um soco na cara deles.
A partir daí, o primeiro tempo dos Reds em Manchester foi completamente atípico. O plano de jogo cuidadosamente orquestrado de Klopp saiu pela janela quando a defesa do Liverpool ficou apressada, irregular e em pânico na posse de bola. A defesa e o meio-campo fora de sincronia não conseguiram recuperar o fôlego, já que a impressionante pressão do City os forçou a entregar continuamente a bola em áreas perigosas do campo.
É um estilo que não é muito diferente de como o próprio Liverpool gosta de desmantelar o adversário quando está no seu melhor - mesmo que a maneira particular de operar do City dependa mais da geometria perfeitamente treinada de seus ângulos e precisão onde a equipe de Klopp domina.
Perdendo por 1 a 0 após cinco minutos e jogando na cova dos leões, teria sido fácil para o Liverpool ter permanecido acuado. O leitor poderia facilmente estar lendo histórias de uma vitória marcante do time de Pep Guardiola sobre o Liverpool. Mas o time de Klopp -para levar ainda mais longe as analogias do boxe- provou possuir um queixo esculpido em granito. Apenas duas derrotas em toda a temporada são prova disso e, mesmo quando são jogados contra as cordas, os Reds demonstram resiliência.
Talvez seja por isso que eles vão para a semifinal da FA Cup no sábado -enfrentando os mesmos adversários- com uma moral mais elevada que seu adversário. Uma vitória por 3 a 1 em Lisboa na semana passada significa que eles devem passar pelo Benfica no jogo de volta pelas quartas de final da Champions League na noite de quarta-feira em Anfield.
Em contraste, o City tem muito trabalho pela frente. Mesmo se os homens de Guardiola forem os favoritos para o empate - devido à vitória por 1 a 0 em Manchester na semana passada- como visitantes, terão que trabalhar muito por qualquer resultado que conseguirem na capital espanhola contra o Atlético de Madrid
A diferença entre as situações vivenciadas pelos dois clubes é evidenciada pelo próprio Guardiola, que disse: "Quando estamos nesta fase de todas as competições, não temos tempo para descansar. Temos que ir para Madrid e no sábado temos que voltar a jogar contra o Liverpool - e eles jogam em casa contra o Benfica."
Os acontecimentos desta semana na Champions League podem decidir quem chegará à final da FA Cup no próximo mês. Ao contrário do que aconteceu na tarde de domingo, o Liverpool precisará garantir que eles se movimentem ainda nas primeiras trocas de passe antes de começarem seu próprio ataque.
Fonte: ECHO
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